por que a raiva antes?
por que escolher pela opção mais idiota?
a gente devia se perguntar mais isso, pois é o que vivemos fazendo…
A revista vida simples divulgou no twitter uma campanha para o dia da gentileza (ontem, dia 3 de outubro, aniversário da minha queridíssima luz. um beijo!)… voltando ao assunto, um dia para simplesmente ser gentil de graça e espalhar um pouquinho mais de açúcar e afeto nesse mundo cão. eu, sem lembrar, acabei adotando o lema e enfrentei o centro acadêmico do meu curso depois de alguns meses sem aparecer por lá. sentei, li, fumei e, principalmente conversei bastante, com diversas pessoas, sobre diversos temas, ri, brinquei… “é bom às vezes se perder sem ter por que sem ter razão é um dom saber envaidecer saber mudar de tom” como diriam los hermanitos queridos. abrir-se para o mundo e para novas experiência faz parte da nossa natureza e, para mim, em especial, parece ser tão difícil. invadir e deixar-se invadir por outros. O ser aí, a descoberta na alteridade de (como chama mesmo? esqueci o nome do cara que estuda heidegger. enfin…)
é a escolha de um milhão de dólares dessa passagem do dia da gentileza para mais uma terça-feira rodeada de pessoas insuportáveis. fica a decisão a ser tomara:
encarar o dia com alegria e perspicácia
ou
entregar-se à loucura de rebater e lutar com essa hipocrisia dando a cara a tapa no melhor estilo lobão?
os fins justificam os meios? ou o contrário? hm.. a posição em relação ao mundo muda não só o seu jeito de vê-lo como o das outras pessoas de te verem nele.. iae, o que vale mais a pena? o que condiz com seus objetivos? e suas perspectivas? e suas inquietações? calar-se em prol de um futuro bem conquistado com dor e boca fechada ou gritar, espernear e tentar resolver a qualquer custo? mesmo que isso signifique perder tudo e, quem sabe, todos.